As pessoas com deficiência são invisibilizadas no Brasil, e na Baixada Santista não é diferente. O cenário gerado por uma política de desmonte do serviço público, sucateamento dos aparelhos de educação e ataque ao que é diferente, é cruel com aqueles que necessitam de uma política inclusiva. Débora, durante seus anos de mandato, lutou energicamente pelos direitos das pessoas com deficiência e seus familiares. Veja abaixo algumas ações:
- Autora do Projeto de Lei que permite pessoas com TEA a levar utensílios e comida à estabelecimentos públicos e privados, como cinemas e restaurantes, garantindo o direito à alimentação;
- Autora do Projeto de Lei que garante o direito a intérprete de LIBRAS para acompanhar gestantes com deficiência auditiva, desde as consultas de pré-natal até às do puerpério, incluindo o parto;
- Autora do Projeto de Lei que cria o selo “Autista a bordo” em veículos, fomentando a conscientização e garantindo uma viagem segura para famílias atípicas e toda a sociedade;
- Apresentou emenda à LDO para que haja manutenção do Centro de Referência da Pessoa com Deficiência;
- Autora do Projeto de Lei que cria a Campanha Permanente de Conscientização e Combate ao Capacitismo em Santos;
- Autora do Projeto de Lei que torna obrigatório o atendimento psicológico, para garantir o acompanhamento da saúde mental e a prevenção de depressão e do suicídio de pais e cuidadores diretos de Pessoas Com Deficiência;
- Autora de Projeto de Lei que considera as pessoas com Fibromialgia como Pessoas com Deficiência;
- Autora da Lei que inclui o Dia de Conscientização e Combate ao Capacitismo no Calendário Municipal;
- Autora do projeto que cria o Colar Girassol ou Pulseira com QR-Code para identificação das pessoas com deficiência e seus responsáveis;
- Autora de projeto que viabiliza curso de Libras para familiares e responsáveis de pessoas com deficiência auditiva;
- Autora de projeto que garante a gratuidade para pais, mães e responsáveis de pessoas com deficiência no transporte público municipal;
- Realizou Audiências Públicas para denunciar e propor alternativas ao descaso com a educação para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA);
- Cobrou firmemente o Executivo sobre a falta de profissionais de apoio (PAEIs) para crianças com TEA e a falta de infraestrutura física nas escolas que atenda crianças com deficiência;
- Cobrou o Executivo e realizou Audiência Pública sobre a falta de vagas e a falta de continuidade do tratamento para crianças com TEA na Clínica-Escola do Autista;
- Realizou Audiência Pública para ouvir as demandas da população santista sobre os Adultos com Autismo Severo;
- Participou da Caminhada de Conscientização do Autismo e denunciou o descaso da Prefeitura em relação ao evento e à políticas públicas para famílias atípicas.