Na luta por uma educação pública, de qualidade e inclusiva

A educação pública vem sendo sucateada há anos, com a desvalorização dos servidores públicos, a degradação dos equipamentos educacionais, a falta de climatização durante o calor extremo, a ausência de merenda em diversas escolas, a escassez de profissionais de apoio à inclusão, entre outros problemas. Débora, de maneira reiterada, tem se posicionado contra esses ataques sistemáticos. Confira algumas das ações do mandato:

  • Denunciou as perversidades cometidas por OSs na educação e todo o desmonte planejado da educação pública;
  • Propôs um projeto de lei que garante uma política de promoção de alimentação saudável nas escolas;
  • Esteve em diversas escolas, fiscalizando o descaso com a estrutura física dos equipamentos e com os profissionais da educação;
  • Apresentou um Projeto de Lei que visa garantir a implantação de assistência social e de profissionais de psicologia na rede municipal de educação;
  • Lutou contra a implementação de escolas cívico-militares, um modelo retrógrado e ultrapassado de educação;
  • Cobrou o Executivo sobre a falta de climatização e de merenda em diversas escolas, muitas das quais só oferecem bolacha e suco, além de castigar profissionais e estudantes com o calor extremo;
  • Apresentou um projeto para que a SEDUC não proíba servidores e profissionais da educação de comerem a merenda escolar;
  • Débora acionou o Ministério Público para investigar uma convocação da SEDUC para uma formação de educadoras dentro da Igreja Universal.
  • Lutou e conquistou ao lado dos professores e professoras de Santos a reclassificação da categoria;
  • Lutou contra a privatização das cozinhas escolares;
  • Enfrentou a direita na Câmara pela aprovação do projeto de Educação em Sexualidade nas escolas para prevenção da violência sexual;
  • Apresentou um Projeto para garantir passagem gratuita nos dias do ENEM no transporte público, essa é uma medida de justiça social que garante que todos tenham condições de chegar ao local da prova.
  • Cobrou a Prefeitura pela equiparação das Educadoras de Desenvolvimento Infantil (EDIs) à carreira do magistério. Afinal, quem está na ponta, atendendo as crianças na primeira infância, ensina — e quem ensina é professora;
  • Cobrou firmemente a Prefeitura e a Secretaria de habitação sobre a falta de profissionais de apoio (PAEIs) para crianças com TEA e a falta de infraestrutura física nas escolas que atenda crianças com deficiência;

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