O cotidiano da maioria das famílias trabalhadoras é de atraso no aluguel, ocupação e despejo. Nas últimas décadas, a especulação imobiliária tem sido voraz em Santos e na Baixada Santista, fruto de uma minoria no controle do planejamento urbano. Por isso, temos a maior favela de palafitas do Brasil, temos muita gente sem casa e muita casa sem gente. Débora tem lado, sempre esteve junto aos movimentos sociais e, na Câmara de Santos, é combativa contra a especulação imobiliária e na defesa da moradia digna. Confira algumas ações:
- Autora do Projeto de Lei e do abaixo-assinado para pressionar a Prefeitura pela criação de uma Secretaria de Habitação em Santos. Uma secretaria própria seria um passo importante para que políticas públicas sejam pensadas e colocadas em prática;
- Autora do Projeto de Lei que prevê que todo valor devolvido pela Câmara seja automaticamente direcionado ao Fundo de Incentivo à Construção de Habitação Popular (FINCOHAP);
- Acionou o Ministério Público para averiguar irregularidades e falta de transparência no processo de venda de áreas de moradia popular;
- Acionou o Ministério Público para averiguar possível dano ambiental na construção do Parque Palafitas, ao invés de adotar uma política habitacional que enfrente a especulação imobiliária;
- Apresentou Emendas à Lei de Uso e Ocupação do Solo para tentar frear a política de aniquilamento contra as moradias populares;
- Lutou contra a venda das áreas de moradia popular (ZEIS), sendo a única vereadora a votar contra o Plano Diretor que dava brecha a essa barbárie;
- Cobrou as autoridades sobre o descaso da COHAB com as famílias que mesmo com a documentação aprovada e escolha dos apartamentos, foram informadas que não receberiam a moradia;
- Ao lado dos movimentos populares, Débora lutou contra o despejo da ocupação Anchieta;
- Enfrentou a repressão policial e esteve ao lado das moradoras e moradores contra os despejos do Jardim São Manoel;
- Lutou contra os atrasos e parcelamentos do auxílio moradia das famílias atingidas pelos deslizamentos de 2020;
- Realizou Audiências Públicas para elaborar alternativas para a habitação social e para debater o Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo.