O mundo vive uma crise ambiental sem precedentes, resultado da forma predatória com que se produz e se reproduz a vida no nosso planeta.
A Baixada Santista sofre frequentemente com deslizamentos, enchentes, ressacas e incêndios. Há ameaça constante de desmatamento, aterramento de áreas de manguezal, instalação de incineradores de lixo e existência de aterros ilegais. Os ataques ao meio ambiente são graves e servem aos interesses dos poderosos. Precisamos de políticas públicas à altura do nosso tempo e quem enfrente com coragem o ecocídio causado pelo capitalismo. Veja algumas das principais ações realizadas:
- Apresentou um projeto de lei que institui o Programa de Enfrentamento às Emergências Climáticas, entre outras ações, o projeto prevê a criação do Cinturão Verde, arborização urbana, desimpermeabilização do solo e descanalização dos rios e córregos em Santos;
- Acionou o Ministério Público para averiguar possível dano ambiental na construção do Parque Palafitas, em vez de adotar uma política habitacional que enfrente a especulação imobiliária e preserve áreas de manguezal;
- Trazendo o que há de mais avançado em políticas ambientais, Débora apresentou e aprovou uma emenda para que a Lei Orgânica do Município reconheça a natureza como sujeito de direitos. Com essa lei, a natureza passa a ter direitos plenos, intrínsecos e perpétuos, inerentes à sua existência no planeta, diferentemente da lógica atual de que o ser humano tem direitos sobre a natureza;
- Apresentou projeto que cria o Dia de Combate às Mudanças Climáticas;
- Realizou audiências públicas para debater a falta de água na Zona Noroeste e a qualidade e gestão da água na Baixada Santista;
- Débora integra a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a Comissão de Proteção e Bem-Estar à Vida Animal da Câmara de Santos;
- Acionou o Ministério Público diante de denúncia de contaminação no Canal 5;
- Apresentou projeto de lei para a elaboração do Mapa do Ruído Urbano da cidade de Santos;
- Acionou o Ministério Público em razão do corte de árvores centenárias;
- Votou contra a instalação de uma incineradora de lixo na área continental de Santos e contra a liberação de dutovias que beneficiam a implementação de um “navio-bomba” (carregado de combustíveis inflamáveis e perigosos) no Porto de Santos;
- Lutou, ao lado dos movimentos sociais, contra o desmatamento de mais de 90 mil m² de Mata Atlântica para a construção de um campo de futebol em Praia Grande;
- Também ao lado dos movimentos sociais, lutou contra a construção da Cava Subaquática, em Cubatão, e contra a transposição do Rio Itapanhaú, em Bertioga.
- Somou força, junto com a população de São Vicente, contra a instalação de um lixão na área continental da cidade.